Ubuntu 7.10 – Gutsy Gibbons – Tribe 3: Um olhar.

Bom, instalei ontem o Gutsy Tribe 3, depois de um inexplicável pau no Feisty (tentei abrir a janela de administração de usuários e grupos, ele travou, e depois meu usuário mal conseguia abrir um menu … estava tudo “escondido” de mim).

A idéia do post é contar um pouco da experiência, então lá vai:

A máquina é um P4 2.26, com 512Mb de Ram, Motherboard Gigabyte, HD Samsung IDE (ou PATA), e placa de vídeo Geforce FX5200 128mb 64bits. O Ubuntu coabita com Windows XP no mesmo HD.

A princípio, tanto a carga do live CD quanto a carga do Gutsy depois de instalado estão me parecendo mais lentas do que o Feisty.

A instalação, a partir do live CD, foi tranquila, posto que eu já fiz isso umas quatro vezes, e não precisei mexer em partições. Foi só definir os pontos de montagem, mandar formatar a partição do sistema (pra dar adeus ao Feisty), e pronto. A cópia dos arquivos, em si, durou certa de 15 minutos. O tempo total de instalação do sistema não levou mais de meia hora.

Concluída a instalação, depois de reiniciar, fiz login e fui reapresentado à velha cara do Ubuntu (a mesma desde o Edgy – desculpem, é que gosto de deskmod). Levei cerca de uma hora pra colocar meu problemático modem pra funcionar – um Conexant AccessRunner – e depois disso já estava conectado e navegando normalmente.

De cara, 60mb de atualizações a serem feitas.

Depois de instalar o pacote nvidia-glx-new (estava na dúvida sobre instalar esse ou o nvidia-glx), e de apanhar um pouco para configurar o xorg pra poder usar os efeitos (seguir o post do Sérgio R. Lemke – abaixo – não deu certo no Gutsy, tive que comentar algumas das linhas incluídas até deixar funcionando), fui até o menu Sistema > Preferências > Appearance > e abri a aba efeitos, onde os ativei. Tudo beleza.

O Gutsy não traz instalado, por padrão, o gerenciador de drivers restritos. Se você quiser, pode instalá-lo (ele está nos repositórios, sob o nome restricted-manager) .

Em compensação, traz outra novidade, mais útil: um instalador de codecs sob demanda: Se você tentar abrir um MP3, ele não vai dar um simples aviso de que o codec não está instalado: vai também se oferecer pra instalar o codec apropriado, e isso funcionou bem aqui.

Travamentos não tem sido incomuns, infelizmente. Ora faço login e fico com uma tela preta, ora faço login e fico com uma tela marron, ora faço login e o nautilus não inicia (veja a screenshot abaixo – ainda bem que chamar o nautilus no terminal resolve), ora se inicia o screensaver e depois o xserver não volta (fica travado numa tela preta, onde só aparece o cursor do mouse – pra voltar, só reiniciando o X).

Ubuntu Gutsy, Compiz Fusion, não inicia Nautilus depois do login.

O Firefox também me deu um bom trabalho até parar de travar e deixar, pelo menos, abrir a janela de preferências. Aliás, os puritanos que me perdoem, mas o SwiftFox dá um banho no Firefox, no quesito velocidade.

Quem tiver perguntas, faça. Talvez eu possa responder.

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3 Comentários em “Ubuntu 7.10 – Gutsy Gibbons – Tribe 3: Um olhar.”

  1. Alexandre Says:

    Eu acho que o instalador de codecs já é do Feisty..

  2. BRunner Says:

    Alexandre, achar eu também acho … mas infelizmente eu não vi funcionar aqui. Acabei notando a presença dele, realmente, só no Gutsy.

  3. Italo Says:

    Tenta abrir um CD de áudio no Feisty (arquivos CDA) com o Totem, ele pede os codecs.


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